terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PROFESSORES EM GREVE EM UBAJARA


 
O município de Ubajara recebeu mais cinco ônibus escolares do Governo do Estado, por meio do Programa Caminho da Escola, que dá um transporte para cada ônibus adquirido pela Prefeitura. A solenidade de entrega simbólica das chaves aconteceu na manhã de segunda, dia 08, no paço da Secretaria de Educação, com a presença de diversas autoridades do legislativo e executivo.I



Na oportunidade, o grupo do Sindicato dos Servidores Públicos fez uma manifestação de protesto. Entre faixas e panfletos, os professores, que já declararam greve, reclamaram o valor do repasse do FUNDEB. Os parlamentares Amadeu Pereira de Carvalho e Antônio Rodrigues participaram da manifestação.I

Segundo informações do setor financeiro da Prefeitura, houve um erro na divulgação do valor do fundo. O montante de 624 mil reais é o valor total do FUNDEB, que é dividido em pastas de 60% e 40%. O valor do repasse seria, então, de 240 mil reais.I

I “Essa greve me deixa muito triste. O sindicato é bom, mas não pode ficar só reivindicando. Procurem ver qual o IDEB da escola que vocês trabalham”, afirmou o Prefeito Ari Vasconcelos.I

Para saber mais: O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) entrou em vigor em janeiro de 2007 por Media Provisória e foi regulamentado em junho do mesmo ano pela lei nº 11.494/2007. Ele substituiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), que abrangia apenas o Ensino Fundamental. O fundo ficará em vigência até 2020. Ele é composto na quase totalidade por recursos dos estados e municípios. Quando a arrecadação não atinge o valor mínimo por aluno, definido nacionalmente, o governo federal libera verba a título de complementação. Mais da metade do dinheiro (60%) destina-se à remuneração de professores. O restante é aplicado em outras despesas de manutenção e desenvolvimento da Educação Básica. Para fiscalizar a aplicação dos recursos, os municípios se organizam em conselhos.
Fonte: Educar para Crescer

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Maria das Graças


MARIA DAS GRAÇAS MINHA ESPOSA

Maria das Graças, a 'Conceição', só quer saber de cliente feliz

O nome é Maria das Graças. "Ma-ri-a-das-gra-ças", ela soletrou, na tentativa de se fazer lembrar. Também apontou, mais de uma vez, a placa acima da cadeira na qual atende, para mostrar como se chama. De nada adiantou. Por algum motivo, o mais fiel cliente da cabeleireira - padre Luiz Fernando Pereira - insiste em rebatizá-la: "Conceição."

"Vai entender. Ele vem, sempre rindo, e chama: "Conceição, cadê a Conceição?" Falei mil vezes, mas não adianta. Fazer o quê?", conforma-se Maria das Graças Oliveira, de 54 anos, cabeleireira num salão de beleza no Jabaquara, zona sul da capital. "O que importa é o cliente feliz."

Cabelereira há 28 anos, Maria das Graças tem definição original sobre o ofício: costuma dizer que o melhor da profissão é que, "embaixo dos cabelos, há sempre alguém para conversar". "Falar com o cliente é o que há de melhor no trabalho. E digo a você que, após tanto tempo, consigo entender a cabeça dos clientes, sobre o que querem e o que não querem conversar."

Nascida em Tuparetama, no sertão pernambucano, Maria das Graças veio para São Paulo em 1974, na esteira do marido, que chegara à capital nove anos antes. Durante o período em que estiveram distantes, se corresponderam apenas por carta. Com um detalhe: ela as ditava, pois não sabia escrever. E ainda não aprendeu. "Sei ler quase tudo, mas nunca aprendi a escrever. É uma das frustrações da minha vida, mas pelo menos consegui fazer com que meus filhos aprendessem."

E é a filha mais nova, Sandra, de 28 anos, que vem tomando a maior parte das orações de Maria das Graças. Evangélica, nos cultos da Congregação Cristã do Brasil, ela ora para que a filha, enfermeira formada, consiga emprego. "Se formou e tudo, presta concursos para lá e para cá e ainda não deu sorte. Queira Deus que isso termine logo."

Apesar dos problemas, a cabeleireira moradora da Água Funda, zona sul, diz gostar de viver em São Paulo. "Gosto tanto que, quando visito Pernambuco, não tenho sensação de chegar em casa. A sensação vem quando volto."

q Maria das Graças não é dada a muitas distrações. "A não ser nos feriados. Aí, gosto de ir ao zoológico." Sobre os bichos preferidos, a cabeleireira tem resposta pronta: gosta dos macacos. "Gosto de ver os macacos maiores, tão espertos que parecem gente." São bichos de pelo brilhoso, tratados por um homem que fala pouco e sonha muito.

Ubajara


Resolvi falar de minha cidade que é uma verdadeira mini mundo de comportamentos como na canção do skank neste mundinho fechado vemos várias facetas da humanidade: loucos,ignorantes,gente que acha que é a última coca-cola do deserto ou seja uma república das bananas.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Só os Egoístas Serão Felizes! (O Marquicismo na República dos Borós)


Igreja matriz de Ubajara
post extraido do blog Raymundo Netto muito bom texto.



Só os Egoístas Serão Felizes (O Marquicismo na República do Boró)
http://opovo.uol.com.br/opovo/vidaearte/945137.html
“Quem trabalha não tem tempo para ganhar dinheiro!”, sou prova, até então, viva, disto. Trabalho o tempo inteiro: em casa sou o último a dormir e o primeiro a acordar. Até quando na praia, pés na brancareia, a mente ansiosa em produzir... Dias e dias, incluídos finais de semana e feriados, contadas quatro horas de sono e a volta à rotina quase desperta do ofício! Tantas promessas que nem sei como ainda tenho amigos...

Também não sei como alguém consegue viver (não digo sobreviver) cumprindo oito horas de “batente”... Depois do “ponto”, o descuido com a vida é fatal. Família, amigos e prazer? Esqueça! Solidão... Será que viver assim vale a pena?...

******

Domingo passado, um casal bateu palmas em meu portão. Após dispensáveis apresentações o homem perguntou, “na lata”, se eu era feliz. Disse-lhe: Acho que não! (mas o que é que ele tinha a ver com isso?) Sorriu satisfeito, feliz com a minha "infelicidade" — comportamento muito comum entre bípedes como nós — ou porque era essa a sua deixa para apontar-me um folhetinho de regras básicas para alcançar a apregoada felicidade. Ao final, disse-me, puxando para si a mulher — gorda, feia, suada e com dentes amarelos — que eles, sim, eram felizes.

— Ah, é? Que bom... — normalmente, esse papo entreportão findaria com um de nada “obrigado” e eu voltaria mais que depressa ao computador para quebracabecear a crônica que comecei acima, mas, inesperadamente, surpreendendo até a mim, pus fim: — ... e vocês não têm vergonha disso, não?

Por mudos instantes, ficaram perplexos. De sorridentes, suas feições passaram a medonhas: cerraram os dentes, saltaram os olhos, torceram a boca, largaram-se as mãos, derrubaram os sagrados papeletes na calçada.

— Digo isso — continuei — porque não acredito que alguém consiga ser feliz num mundo onde haja tanta injustiça, maldade e sofrimento. Vocês não assistem a noticiários, não?
— Só passa coisa ruim. Prefiro as palavras de Deus... — afirmou, orgulhoso.
— Pois é. Tem muita coisa ruim mesmo... e a gente precisa saber! Saber, por exemplo, que tem tanta gente... nossos irmãos... sem ter um lugar digno para morar, mesmo quando na cidade encontramos, por todos os lados, imóveis abandonados, vazios e inúteis, bons terrenos cheios de mato e lixo. Saber também que a maior parte deles pertence a poucos, ou aos mesmos, donos. Você não acha que sendo a cidade um bem natural de todos, ela deveria ser melhor distribuída? Não acha que deveria haver uma lei que estipulasse um teto máximo de acúmulo de “riqueza” para evitar a concentração de renda tão desigual e absurda como nós temos por aqui?
Você acredita que nos dias de hoje, numa cidade como essa, no tempo em que alguns bairros esbanjam luzes de Natal, noutros não se têm água encanada, esgoto ou iluminação elétrica nas ruas, e que nesses locais nem a polícia tem coragem de entrar?

Juro que eu não entendo por que enquanto muitos têm que espremer o orçamento familiar, viver de empréstimos, sofrer humilhações e privações para garantir o carioquinha diário, rapazes “abençoados” gastem o equivalente a seus salários numa noite de restaurante se amostrando àquela moçoila deslumbrada que ele também quer comer... E por que, Deus seu, enquanto alguns, ainda não contentes, têm dinheiro suficiente para sustentar inclusive as futuras gerações, outros trabalham a vida inteira em condições vexatórias, até mesmo após a aposentadoria, fazendo bicos dias e noites, serviços grosseiros, mesmo doentes e sem plano de saúde, pegando conduções lotadas de madrugada ou em trânsitos caóticos para garantir a sobrevivência dos netinhos, pois a renda da família inteira junta não dá para levar? É justo que as crianças dessas famílias — que já nascem com a restrita concessão de existir e sem o tributo advocatício — sujeitem-se às escolas de ensino precário, nas quais além de conviver em meio a atrocidades, como drogas e prostituição, ainda lhes sejam negadas o futuro ingresso à universidade pública, esta garantida com promessas de comemorações para os filhos dos privilegiados que têm dinheiro para pagar as particulares, hoje, maquinais fábricas de vestibulandos?

Ah, pobres pais, trabalhadores, que chegam a dormir nas calçadas das escolas para garantir a matrícula do filho, crente que assim ele poderá ter um destino diferente dos seus...
Conhece algum professor de escola pública, amigo? Eu, sim. São mal remunerados, não reconhecidos e, muitos, mesmo assim, tiram do seu para conseguirem ministrar as suas aulas, sabia? Na nossa cidade, alguns ainda têm que ser escoltados pela viatura policial para garantir a sua segurança, temerosos da ira de alunos marginais.

Então, me diga, como ser feliz sabendo que, neste momento, alguém pode invadir casas honestas, estuprar menininhas, espancar velhinhos e não sofrer a devida (impossível) punição? Ou sabendo que pessoas dormem à rua, usam drogas e vendem seu sexo para comprar pirulitos, ao mesmo tempo em que a indústria da corrupção prospera à cara limpa no país, fruto da justiça cega e paraplégica e das costas largas de gente “dita” bem-sucedida, admirada pelo sucesso à custa da compra de colunistas sociais e do sacrifício da dignidade de vida de um povo? Tudo em nome das drogas do poder e do dinheiro. Dinheiro, droga de dinheiro. Droga, vicia mesmo!
Muito pior é estar convencido de que as pessoas julgam que tudo isso nada tem a ver com elas, que nós só temos o que merecemos, que quem nada tem é porque não estudou, é vagabundo, cachaceiro ou coisa e tal. É tão mais fácil fechar os olhos — e o coração — e fingir não saber que a nossa vaziúda sociedade é um jogo de cartas marcadas onde muitos, a maioria, já nasceram condenados a viver sem amor, família, teto, escola, princípios e futuro. Mas os destinos se encontram...

O dinheiro e o poder, verdadeiros deuses da nossa fiel e desumana humanidade, justificam tudo. O sistema diz, a todo instante: Não reaja! Não importa, não reaja! Como não? Até quando não iremos reagir? Até nos tomarem tudo? Até conseguirem nos convencer a vender a alma em troca de um par de tênis ou de uma porcaria de celular? Aí pode?
Como ser indiferente a isso tudo e dizer simplesmente que é feliz, cara? Tem que ser muito egoísta para ser feliz assim, não acha?

— A verdadeira justiça será concedida de graça a todos os que têm fome e sede de fazer o que é correto. A ceia de Jesus é farta... — arrematou com olhos de vidro, em tom de decoreba profética. Foi quando, fitando-os, percebi-os bem demais para compreender qualquer coisa. Foram-se, abanando a cabeça — a mulher a consolar o marido que lamentava, certamente, a ignorância deste ente condenado à treva — mas felizes!


*****

Volto agora à crônica, desgostoso com a conversa chata e a lembrança da cara lavada de um punhado de bem intencionados adormecidos que proclamam a justiça exclusiva pós- morte. Pois eu cá falo da vida, essa efêmera, passageira, mas primeira certeza, até que a segunda, a morte, nos separe. E para aqueles que perdem seu tempo, que fecham os olhos e ouvidos e se consolam com esta resignação besta e cômoda, digo: Vão, vão assistir a novelinha das oito, os tediosos programas de domingão, vão encher a cara nas micaretas envolvidos em pré-panos de chão caríssimos, curtam a vida, explodam seus cartões de crédito, comprem, gastem com tudo que não precisam e engordem a porca paralítica dos capitalistas. Desperdicem bastante, joguem fora o futuro e o mundo de seus filhos, percam a ternura e sejam felizes, porque eu, simplesmente, não tenho coragem. Ouça-os: Não reajam! Não reajam! E, se puderem, tenham um Feliz Ano Novo, pois bem-aventurados os que não sentem, pois deles é o reino (falido) da Terra!

Raymundo Netto que entra ano, sai ano e não vê nada de novo na República do Boró. Contato (talvez seja melhor não...) raymundo.netto@uol.com.br blogue:http://raymundo-netto.blogspot.com

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A filosofia do Surfista Prateado




Ele é um personagem estranho: parece a estatueta do Oscar e singra o espaço sobre uma prancha de surfe, divagando sobre a vida, a morte, a estrelas, os seres vivos. Mas todos esses elementos, juntos, o transformaram no personagem filosófico da Marvel.

E como já disse Albert Camus, escritor e filósofo francês, existe uma única grande questão filosófica: se a vida vale a pena. O Surfista Prateado às portas da morte é a combinação precisa para essa discussão nos quadrinho Marvel.

Não espere (ou tema) uma discussão muito aprofundada sobre a vida e a morte, mas ela permeia toda a revista. Na história de abertura, o Surfista Prateado vai até Reed Richards em busca de ajuda, mas obtém a confirmação de que está morrendo. A razão disso é uma bela sacada de Straczynski, que aproveita para recontar a origem do herói e sua primeira aparição.

O texto de Straczynski é totalmente condizente com o personagem: elucubrações, perguntas certeiras, questionamentos de quem não entende coisas que já assimilamos como naturais. Destaque também para a condução narrativa da história. Um roteirista menos experiente ou talentoso teria um largo campo para se perder - e levar junto o leitor.

No entanto, soa estranha a opção por criar um "suspense" sobre o que de fato acontece com o herói, dando a informação de que ele está morrendo apenas no final da primeira parte. Afinal, a revista tem o subtítulo Réquiem e foi alardeada como "a história da morte do Surfista".

A arte "cósmica" de Ribic é outro ponto forte, com ótimas cores, boas expressões e enquadramentos. Os painéis pintados remetem à tradição iconográfica do personagem, que, durante sua carreira, foi muito bem tratado por artistas do quilate de Jack Kirby e John Buscema.

A segunda aventura, com o Homem-Aranha, é muito bonita e traz um momento tocante: um presente de aniversário para Mary Jane único, seguido da última bênção do Surfista para a humanidade antes de partir de volta para seu planeta, Zenn-la.

Nessa passagem, Straczynski mostra-se totalmente à vontade, pois lida com um personagem que escreveu por muitos anos, o Homem-Aranha. E ainda há a resposta de por que o Surfista usa uma prancha.

É aqui que o leitor entende quem é o Surfista Prateado, ou melhor, Norrin Radd: um alienígena pacifista e pleno, cujo maior desejo é estender isso para todo o Universo.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Super-Heróis e a Filosofia





Pergunte a um jovem garoto que vive no meio do Kwait qual é a identidade secreta do Super-Homem ou peça para que ele desenhe sua versão do Batman ou do Homem-Aranha e existe uma enorme possibilidade dele conseguir fazê-lo mesmo vivendo longe dos centros de cultura pop do mundo.
E que força é essa que consegue nos fazer acreditar que um homem pode voar, escalar paredes, se esticar, encolher, correr na velocidade da luz ou se curar em segundos de qualquer ferimento? Será mesmo que uma pessoa dotada de poderes acima dos humanos normais dedicaria sua vida a transformar o mundo em um lugar melhor ao invés de apenas tomar esse mesmo mundo (e outros!) para si?
Essas e diversas outras perguntas são feitas pelo novo lançamento da Madras Editora: Super-heróis e a Filosofia.
Ícones da cultura Pop, surgidos na época da depressão americana, os super-heróis são capazes de um feito muito mais impressionante do que apenas usar colantes, capas reluzentes e cuecas sobre a calça sem se sentirem constrangidos. Eles têm o poder de acompanhar milhares de pessoas desde a infância, passando pela adolescência e chegando à idade adulta. Basta prestar atenção nas últimas bilheterias para se ter uma idéia da movimentação mundial em torno dessas figuras.

E não é à toa que o estudioso William Irwin, que já havia preparado outros excelentes volumes como Matrix - Bem-vindo ao Deserto do Real, Os Simpsons e a Filosofia e Star Wars e a Filosofia (todos já publicados no Brasil pela Madras) tenha se aproximado do tema, afinal, a todo momento os Super-Heróis se deparam com questões éticas, de justiça, crime e castigo, da mente, das emoções humanas, de identidade pessoal e de grupo, de amor e de ódio. Eles também têm relação direta com a mitologia. Suas virtudes, sentimentos e fraquezas são levados sempre ao extremo. Ou seja, um prato (ou melhor, uma caverna) cheio de conceitos filosóficos que já vem enchendo nossa cabeça desde muito antes de Thor pisar em Midgard.

Essa excelente coletânea proporciona textos elaborados por referências do mundo das HQ’s como Mark Waid e Dennis O´Neil desfilando lado a lado com conceitos e citações de nomes como Freud, Nietzsch, Sócrates, Platão, entre outros.

O ponto negativo é ver mais uma vez o quadrinho japonês sendo jogado para escanteio e ver que os editores brasileiros ignoraram o conceito da capa original que era genial.

Um livro de destaque, obrigatório na estante de qualquer leitor de HQ´s, que prova que como qualquer ciência, a filosofia está conosco desde o dia do nosso nascimento, e que ela é o principal alicerce de nossos conceitos, questionamentos, perspectivas e conhecimentos, base de toda ciência que conhecemos, mesmo que acondicionada dentro das páginas de sua HQ preferida.

E, além do mais, é a desculpa perfeita para mostrar às pessoas que aqueles “gibis” que você passa horas lendo são muito mais do que parecem.

Super-Heróis e a Filosofia é uma coletânea de Matt Morris e Tom Morris com coordenação de William Irwin, com tradução de Marcos Malvezzi Leal. O livro tem 254 páginas, formato 16 x 23 cm e custa R$ 34,90. Disponível no site da Madras Editora.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Pensamento

Este é meu pensamento sempre viajando para o infinito das idéias!